Uma cabeça quente de tanto friamor.
E muda, emuda, emudece. Friamor, sofrívida, lapida.
Lápide mental!
Boca, peito, pêlos, arreios em arredores.
Trafego, trafico, transito pelos pêlos em peles de trajetos curviretilíneos.
Tráfego transitório de pensamentos retóricos reticentes.
Dentes trincados, trancados, trocados de uma ou duas bocas não minhas.
São linhas em novelos de lã. Tricô trintado e triturado de crenças e crendices de uma criança criatura que não cresceu.
Parece que padece e apeteceu quando apareceu. Mas denota uma nota e anota e arrota uma não derrota que açoita no final.
É o novelo de lã anã.
Canal banal de uma outrora animal.
Salada salgada de uma mista.
Missa ou ladainha.
Rainha ladainha.
Lá da Inha.
E unha, empunha, empurra e esmurra e urra e uiva e cativa, ai almeja, lacrimeja e gaseiquifica e fica e fica e fica e fica e fica e fica.
Figa!
(Daniel Martinez)
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