domingo, 5 de julho de 2015

Meus

E por aí a gente anda. E por aí a gente vai. E por aí a gente samba. E a gente bamba demais. Mas no caminhar bambo da gente que anda e samba tem sempre uma mão que chama, tem sempre um olhar que clama e uma voz que acalenta. Se a gente não mais anda, não mais vai e não mais samba e bamba, mesmo assim haverá aquela mão, aquele olhar e aquela voz. E a gente por aí agradece. E a gente por aí se engana. E a gente por aí acerta. E a gente por aí se ama.

                                                (Daniel Martinez)

Aos amigos-familiares, aos amigos-amigos, aos meus.