sábado, 24 de março de 2012

Praia no centro do Rio - banhistas invadem a Carioca!

Nada mais democrático que um dia de sol, nada mais carioca que um dia de praia. 
O Rio de Janeiro é urbano, é alegria, é irreverência.
É uma cidade única, com milhares de opções para quem gosta de se divertir e quer aproveitar tudo sempre ao máximo. 

Nesse Rio que te convida a pegar um sol em pleno Largo da Carioca, uma melhor opção pode surgir a qualquer momento.

Link no YouTube! http://www.youtube.com/watch?v=qrxqv8gVsn8&feature=autoplay&list=UUXdX-LVzLpFywmBvrDawYZA&lf=plcp&playnext=2

sexta-feira, 23 de março de 2012

Daninho



E lá estava
Em preto e branco sorrindo
Me senti esquisito
E com intuição eu fui lá

Deixei uma marca, um sorriso
Ainda inibido
Mas não pude evitar

E lá veio a resposta
Na arte e no nome
A se assemelhar

E essa inda e vinda se repetiu
A conversa fluiu
E surgiu um cantar

E foi cantando tão fácil
Que os livros já não tinham mais importância
E fomos nos encontrar

Me senti felizinho
Realmente um bocózinho
E minha agenda fiz borrar

Agora o que era esperança
Transformou essa lembrança
Com meu coração a palpitar

E hoje o sorriso apontado pro céu
Meu presente de Papai Noel
Se aconchega em meu ninho

Daninho

(Daniel Martinez)



terça-feira, 6 de março de 2012

Cromossomo Chi's

Ouvi muito, coisas lindas, mas o engasgo do choro abafou minha fala impedindo-me de dizer o que meu coração e mente queriam falar (era o mesmo)... Seria uníssono, similar, homogêneo, seria par, como sempre. E ao te ouvir sem te ver, mesmo assim eu te via, sabia cada gesto, traço, expressão, olhar, movimento... mesmo sem te ver eu te enxergava. Coligação. Saber visível de almas que se fizeram siamesas. Escorrem, escorrem... águas salgadas da nascente de meus olhos. Guardaremos apenas o que há, o que houve de bom! Lembra daquele vidro empoeirado da janela? Ainda possui um coração que bate, que cria, que floresce em um jardim que há muito tempo, melhor, que nunca havia sido terra produtiva e que agora está lindo e colorido por todo amor que fora, que é-lhe cultivado. Por minhas, porque não suas, minhas-suas-suas-minhas mãos jardineiras. Flores estas que colherei até meu último suspiro de vida. Pois essas flores são diferentes, são de nossa estufa e possuem cromossomos diferentes das variantes de letras X e Y... as borboletas drogadas do estomago desse nosso jardim são todas de nossa coordenada, sem variantes, apenas Chi's. 

Daniel Martinez