quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Talvez sim, ô não!

Hoje falaremos de amizade-amores... mas amizade-amores de verdade, daquelas que sobrevivem a chuvas e tempestades, das que continuam vivas mesmo com a separação da Pangeia. Em meio à todo o caos cinza umas flores coloridas brotam, sobrevivem, enquanto outras são girassóis que só te encantam quando há luz. Pois sim.... amizade-amores ou amores-amizade, como preferir. Sorrisos imensos e abraços apertados de outrora transformam-se em apenas uma folha do passado, aquela que você leu no início de um livro, que gostou da leitura e que lá na frente viu que não passou de ficção. Pois sim... é aquela coisa da mistura, do novo. Partido alto, saca?! Eu saco. Talvez a amizade-amores tenha existido. Talvez não. Talvez ainda existam. Talvez não. Talvez voltem a existir se existiram de fato. Talvez não. Lembro-me de uma coisa que li certa vez, sobre pessoas estrelas e pessoas cometas. Já vi tanto cometa e tanta gente que pensei que fosse estrela, mas que se mostram ser, mas apenas cadentes. E de fato isso me gera um incomodo, porém nada grave... nada que me faça morrer ou deixar de sorrir. São pessoas, não são? Pois sim... são pessoas. Saudades do tempo da caneta tinteiro, quando as letras se faziam bonitas como as palavras. Se cegas ou mudas, não sei. O negócio é deixar de lado, uma hora o vento bate e sopra toda a poeirinha. Varre ela! Umas horas, mesmo que longas, mudam tudo! Mas ai eu noto que há tanta amizade-amores de verdade em minha vida que até eu ajudo, com um sopro, o vento que afasta de mim esse vinho tinto de sangue!


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