E a minha frente estava ela...
Dançando com seu riso conturbado.
Nunca imaginei quão bonita era ela.
A morte e sua mascara perversa...
Seu corpo seduzia
Os olhos da gente
Seu falar correto e carregado
Seu andar sutil e determinado a rondar
Fez aquele jogo onipresente
E sua mascara perdeu
E lá ela permaneceu,
em meio ao fogo que deixava a mostra sua face
Linda, brilhante
Que até vontade de morrer me deu!
Tenho saudade da morte!
(Poema dedicado a minha Nêga - Taís de Amorim - A Morte de "Jardim das Violetas")

2 comentários:
Lindo...Divulgue...Voce tem muito talento...
Ah, obrigado Patiusy!! =) Grande beijo, loira
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